Após 10 dias de paralisação, os servidores técnicos e administrativos da Universidade de São Paulo (USP) decidiram encerrar a greve. O fim do movimento ocorreu após uma negociação bem-sucedida com a reitoria, que garantiu a isonomia de gratificações entre funcionários e docentes, principal pauta da categoria.
Acordos e benefícios conquistados
Além da equiparação financeira, o acordo prevê a formalização do abono de horas para períodos de recesso e feriados prolongados. Outro ponto relevante foi o compromisso da universidade em buscar soluções para o transporte gratuito de trabalhadores terceirizados dentro dos campi, visando melhores condições de deslocamento.
Apesar do retorno dos servidores, os estudantes da USP mantêm a greve. O movimento discente protesta contra cortes em bolsas de auxílio, falta de moradia estudantil e problemas de infraestrutura. Uma nova mesa de negociação entre alunos e reitoria está agendada para a próxima terça-feira para discutir essas demandas específicas.



