A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) conduz uma investigação rigorosa sobre a morte do subtenente do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Glaucio Marcelo Fonseca da Silva, de 54 anos. O óbito ocorreu na madrugada deste domingo (11), após uma troca de tiros envolvendo policiais do batalhão de Jacarepaguá, na zona sudoeste do Rio de Janeiro.
Dinâmica do incidente
Conforme informações da Polícia Civil, o episódio ocorreu quando agentes do Bope realizavam uma abordagem a ocupantes de um veículo no Beco do Saci, na Gardênia Azul. Devido às condições de baixa luminosidade no local, os policiais do batalhão de Jacarepaguá não reconheceram os colegas e iniciaram o confronto armado. A corporação confirmou que houve uma confusão de identidade entre as unidades.
Vítimas e procedimentos
O tiroteio deixou cinco militares do Bope e um policial da unidade de Jacarepaguá feridos. O subtenente Glaucio da Silva foi socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, mas não resistiu aos ferimentos. Dos outros feridos, dois receberam alta médica no mesmo dia, enquanto os demais permaneceram internados, mas sem risco de morte.
Como parte do procedimento investigativo, os policiais envolvidos prestaram depoimento na unidade especializada. As armas utilizadas no confronto foram apreendidas para perícia técnica, e as imagens captadas pelas câmeras corporais dos agentes foram requisitadas para auxiliar no esclarecimento dos fatos.
Homenagem ao subtenente
O Bope emitiu uma nota oficial destacando os 26 anos de serviços prestados pelo subtenente Glaucio da Silva à instituição. A unidade expressou solidariedade aos familiares e amigos, oferecendo apoio neste momento de luto. O subtenente deixa três filhos, com idades de 30, 19 e 7 anos.







