Com o objetivo de ampliar os estoques de sangue em todo o território nacional, o mês de junho passa a integrar oficialmente o calendário de ações de incentivo à doação. A medida foi estabelecida pela Lei 15.491/2026, que determina ao poder público a realização de campanhas informativas e a produção de materiais educativos voltados à conscientização da população sobre a importância da doação regular.
Ações de conscientização e visibilidade
Além das campanhas educativas, a nova legislação prevê a iluminação de prédios públicos na cor vermelha durante o mês de junho, como forma de chamar a atenção da sociedade para a causa. A implementação dessas atividades deve ocorrer de forma articulada entre a União, estados, Distrito Federal e municípios, sempre respeitando a disponibilidade orçamentária de cada ente federativo.
Alinhamento com diretrizes de saúde
As ações do Junho Vermelho deverão seguir rigorosamente as diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Saúde. O foco central é fortalecer a cultura da doação voluntária e frequente, garantindo que os hemocentros tenham suprimentos suficientes para atender à demanda hospitalar. A regularidade nas doações é considerada um pilar estratégico para o sistema de saúde.
Importância para o sistema de saúde
A necessidade de sangue é constante e vital para o funcionamento dos serviços médicos. O estoque adequado é essencial para a realização de cirurgias complexas, tratamentos de doenças crônicas, atendimento a emergências e suporte a pacientes que dependem de transfusões frequentes. Com a criação do Junho Vermelho, espera-se que a mobilização social ajude a manter os níveis dos hemocentros estáveis, evitando desabastecimentos que possam comprometer o atendimento à população em momentos críticos.







