O Cruzeiro faz história nesta sexta-feira ao estrear na Libertadores Feminina, tornando-se o 15º clube brasileiro a participar das 18 edições do torneio continental. O confronto inicial será contra a LDU, no Estádio Casa Blanca, em Quito, capital do Equador. A equipe mineira integra o Grupo C, que também conta com o Bolívar, da Bolívia, e o Olimpia, do Paraguai.
A Raposa chega ao torneio após conquistar o vice-campeonato brasileiro, mas enfrenta desafios significativos devido a uma série de lesões. O técnico Jonas Urias não poderá contar com peças importantes como as zagueiras Tainara e Paloma Maciel, a meia Gaby Soares e as atacantes Ravenna e Millene, todas em recuperação de cirurgias no ligamento cruzado anterior. Além disso, a goleira Cláudia foi substituída por Taluane, vinda do América-MG, na lista definitiva enviada à Conmebol.
Apesar das baixas, o time conta com o retorno da atacante Letícia Ferreira, artilheira da equipe na temporada com 27 gols, que se recuperou de uma cirurgia no ombro. A expectativa é que Camila Rodrigues assuma a titularidade no gol. O futebol mineiro, representado pela primeira vez pelo Cruzeiro, busca seguir os passos de potências como Corinthians, São José, Santos, Ferroviária e Palmeiras, que já conquistaram o título sul-americano.
Enquanto o Cruzeiro se prepara para a estreia, o Palmeiras, campeão de 2022, já iniciou sua trajetória nesta edição com uma vitória por 1 a 0 sobre o Universitario, do Peru. Sob o comando da técnica Rosana Augusto, as Palestrinas lideram o Grupo B e se preparam para o próximo desafio contra o Belgrano, da Argentina. O torneio segue sendo o principal palco do futebol feminino na América do Sul, reunindo as melhores equipes do continente em uma disputa intensa pelo título.







