A 3ª Vara Criminal da Capital realizou, nesta terça-feira, a audiência de instrução e julgamento do processo que investiga um ataque contra policiais civis ocorrido na residência do rapper Oruam, no bairro do Joá, Rio de Janeiro. O caso, que remonta a julho de 2025, envolve acusações de tentativa de homicídio.
Depoimentos e defesa
Durante a sessão, uma testemunha de defesa alegou que os policiais não teriam se identificado corretamente durante a operação. A defesa dos réus optou pelo silêncio, enquanto o rapper Oruam, filho de um dos líderes do Comando Vermelho, permanece com prisão preventiva decretada e segue foragido.
Contexto do caso
A denúncia do Ministério Público aponta que o ataque ocorreu durante uma ação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes. Agentes teriam sido alvejados com pedradas ao tentar cumprir um mandado de busca. O processo segue em fase de coleta de provas para determinar a responsabilidade dos envolvidos no episódio.



