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Mulheres no futebol: superando o preconceito e a falta de estrutura

Desafios e conquistas das mulheres no futebol brasileiro. Veja relatos da craque Formiga e da promessa Isadora Jardim sobre o esporte.
Mulheres no futebol: superando o preconceito e a falta de estrutura

Apesar do crescimento da modalidade, as mulheres ainda enfrentam barreiras significativas para atuar no futebol brasileiro. Com apenas 360 jogadoras profissionais registradas em 2022, o cenário exige determinação e políticas públicas eficazes para garantir um ambiente seguro e profissional para as atletas. A formação de base é apontada como o principal gargalo para o desenvolvimento do esporte.

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A lendária Formiga, única atleta a disputar sete Copas do Mundo, ressalta que o talento existe em abundância, mas falta estrutura. Para ela, é fundamental que todos os estados brasileiros consolidem times femininos e invistam na base, seguindo o exemplo de São Paulo. No outro extremo da carreira, a jovem Isadora Jardim, de 14 anos, relata que o preconceito ainda é uma realidade constante, mas que a paixão pelo esporte a mantém firme no Corinthians.

O Ministério do Esporte tem trabalhado na criação de diretrizes para promover o futebol feminino e aumentar o número de praticantes. O objetivo é criar um equilíbrio nacional, incentivando clubes de todas as regiões a aceitarem e apoiarem as categorias femininas, garantindo que o sonho de meninas como Isadora não seja interrompido por comentários desestimuladores ou falta de campo para jogar.