O custo da cesta básica subiu em todas as capitais brasileiras no último mês, impulsionado principalmente pelo excesso de chuvas nas regiões produtoras. Segundo dados do Dieese e da Conab, o feijão, a batata e o tomate foram os itens que mais pesaram no bolso do consumidor, devido à quebra de safra e dificuldades logísticas.
Capitais com maiores altas
Manaus e Salvador lideraram o ranking de aumentos, com altas superiores a 7%. Em termos de valores nominais, São Paulo continua sendo a cidade mais cara para se viver, com a cesta básica chegando a R$ 883,94. No outro extremo, Aracaju registrou o menor valor médio, fixado em R$ 598,45.
O estudo também revela o impacto no poder de compra: o trabalhador que recebe um salário mínimo compromete, em média, 48% de sua renda líquida apenas com alimentação básica. Apesar da alta mensal, o comprometimento da renda ainda é ligeiramente menor do que o registrado no mesmo período do ano anterior.



