O governo de Cuba está em estado de alerta e monitora constantemente as movimentações das forças militares dos Estados Unidos na região do Caribe. A medida é uma resposta direta às recentes declarações de Donald Trump sobre uma possível intervenção na ilha.
Histórico de resistência e unidade nacional
Segundo o embaixador José R. Cabañas Rodríguez, a ameaça de invasão é um risco presente desde a Revolução de 1959. O diplomata ressaltou que a unidade do povo cubano é a principal defesa contra qualquer tentativa de agressão externa, lembrando episódios históricos como a invasão da Praia Girón.
Havana também denuncia o uso de desinformação pela imprensa corporativa estadunidense como uma estratégia de “guerra psicológica” para desestabilizar a população. Além disso, a presença da base naval de Guantánamo é vista como um agravante constante à soberania nacional cubana.



