O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apresentou, nesta sexta-feira, a estratégia Horizontes Culturais, uma iniciativa que visa integrar atividades artísticas e educativas ao cotidiano do sistema prisional brasileiro. O lançamento ocorreu no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e contou com a presença de autoridades do Judiciário e representantes do setor cultural.
Educação e Transformação Social
O foco do programa são as pessoas privadas de liberdade, egressos do sistema e seus familiares, além dos servidores penais. A ideia é utilizar linguagens como música, cinema, dança e artes plásticas para estimular o pensamento crítico e oferecer caminhos de reintegração social, combatendo a desumanização histórica das prisões.
Durante o evento, o ministro Edson Fachin ressaltou que investir em cultura dentro dos presídios não é apenas uma questão de direitos humanos, mas uma estratégia de segurança pública. Ao promover a autonomia e o sonho de novas trajetórias, o Estado busca reduzir a reincidência criminal e reconstruir vidas marcadas pela exclusão.



