Garantido por leis nacionais e internacionais, como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Convenção da ONU, o ato de brincar vai muito além do mero entretenimento. Trata-se de um direito humano essencial para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social, que exige atenção e compromisso de toda a sociedade.
A linguagem universal da infância
De acordo com a pesquisadora Sarah Menezes Rocha, conselheira da Aliança pela Infância, o brincar livre é a principal ferramenta pela qual a criança se expressa, compreende o mundo e constrói vínculos afetivos. Em um cenário cada vez mais dominado por telas e rotinas estruturadas, resgatar o espaço para a imaginação e a interação espontânea torna-se um ato de cidadania e preservação da essência humana.
Um chamado para a mobilização social
As celebrações do Dia Mundial do Brincar buscam engajar escolas, comunidades e famílias em atividades práticas que estimulem a liberdade lúdica. Para os especialistas, o brincar não possui limite de idade e deve ser cultivado ao longo de toda a vida, mantendo viva a sensibilidade e a criatividade que nascem na infância.



